Pois é, diz o adágio popular que “em casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão”.
E parece mesmo não haver pão para todos na selecção nacional de hóquei em patins, ontem arredada dos quartos-de-final da trigésima nona edição do Campeonato do Mundo do Grupo “A”, após um arreliador empate sem golos ante a Colômbia, numa prova que decorre em duas cidades espanholas, Vigo e Pontevedra.
A polémica terá sido despoletada pelo jovem Spiros Esculudes “Kiko”, e mais tarde confirmada por José Carlos antigo seleccionador e “capitão”da equipa de todos nós, portanto um homem vivido em matéria do desporto sobre rodas.
A alegada cisão na selecção nacional entre a velha e nova geração é apontada como sendo o pomo da discórdia, num verdadeiro conflito de gerações. Os mais novos reclamam mais espaço na selecção, pois os nossos briosos profissionais que actuam em Portugal já não têm a mesma frescura física de outros tempos. Siga, Mafamba e Kiko, terão sido os mais prejudicados, porquanto pouco utilizados.
Tal como dizia, didacticamente, José Durbeque, após o final do jogo e das bombásticas declarações de Kiko, pena é que estas situações surjam só quando os resultados são menos conseguidos.
Enfim, somos talhados a justificar os nossos fracassos, triste sina, essa do ser humano, que é assim mesmo por natureza.
Nuno Adrião, esse valioso guarda-redes, e com enorme experiência, diz sabiamente que é nos momentos difíceis que deve vir ao de cima o espírito de grupo e de camaradagem, por forma a que sejam torneadas todas as dificuldades que a vida obriga a enfrentar.
Falhado o primeiro objectivo que era melhorar a oitava posição, alguma vez alcançada por Moçambique em Copas do Mundo, há que levantar a cabeça e olhar em frente, pois ainda fazemos parte da elite do hóquei mundial, não fôssemos nós uma das dezasseis melhores selecções do planeta.
Seria de todo honroso se conseguíssemos figurar no top-10, para em 2011, altura em que, ao que tudo indica, acolheremos o Mundial não prestarmos favor a ninguém, ou seja não estarmos no Mundial, apenas na condição de anfitriões, a mesmíssima coisa que acontece hoje com Angola e África do Sul, no que diz respeito ao Campeonato Africano e Mundial de Futebol, em 2010.
Para a nossa eliminação precoce dos quartos-de-final, uma vez mais teremos subestimado os nossos adversários, teoricamente considerados acessíveis. De uma hipotética goleada por números redondos, terá pesado a ansiedade e, não marcamos sequer um golo, para salvar a honra do convento, como sói dizer-se.
Lembro-me que todos, ou quase todos os integrantes da selecção nacional, quando instados a reagir ao emparceiramento dos jogos da primeira fase do Mundial, diziam sem papas na língua, que Deus foi moçambicano, pois não nos teria calhado melhor sorte, começar pelo adversário mais forte e por ordem decrescente encontrarmos os restantes, colocando por isso a Colômbia, como um dos outsiders do grupo. Aí, uma vez mais, o tiro saiu-nos pela culatra. Foi assim no futebol contra o Quénia, lembram-se? Pois é, os jogos ganham-se em campo.
Não estarei longe da verdade se disser que a pálida prestação de Moçambique nesta fase fica a dever-se a fraca preparação, pois uma Copa do Mundo não se prepara em três semanas, período de duração do estágio na Catalunha. A preparação em Maputo essa foi bastante condicionada.
Senhores, sejamos sérios e, aprendamos dos nossos erros, pois o desporto da alta competição não se compadece com o amadorismo e desorganização.
Um abraço fraterno de Adão Matimbe.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
O hábito de deixar tudo para o fim
Este meu arazoado vem a propósito de uma interessante declaração do Director do Jornal Desafio, Almiro Santos, segundo a qual “a estrutura antropológica do moçambicano está configurada para deixar tudo para o fim”, na esteira de um debate televisivo realizado por um dos canais de televisão nacional, no passado dia 30 de Junho deste ano.
O mote para o debate era o actual estágio da selecção nacional de futebol, terminada a primeira volta da campanha combinada de qualificação para o CAN e Mundial de futebol de 2010, duas provas que vão decorrer tão próximo de nós, em Angola - devido a proximidade linguística e na África do Sul - um país geográfica e umbilicalmente próximo.
Eis que volvidas três jornadas desta campanha, eis que, contra todas as expectativas, Moçambique vê as suas aspirações seriamente comprometidas. O Mundial da África do Sul, esse praticamente já é uma miragem e, o CAN’2010 ainda é um sonho possível, – Sigmund Freud, define sonhos, como “desejos repimidos”. Oxalá que consigamos almejar um desses desejos nossos.
Apesar da enorme convicção dos moçambicanos, uma eventual derrota dos Mambas no próximo dia 6 de Setembro frente aos quenianos, nossos adversários directos por uma vaga, no “Africano” de Angola, deita tudo a perder.
Nas contas dos mais optimistas o calendário é favorável para a “equipa de todos nós” que vai fazer dois jogos no seu burgo, o segundo ante a Tunísia, a 14 de Novembro. Antes teremos uma deslocação difícil à Nigéria, uma séria candidata a chegar ao Mundial a par dos Leões do Cartago. Por outro lado, o Quénia terá duas deslocações complicadíssimas para Maputo e Tunis.
No arranque desta campanha colocamos a fasquia bem alto, após o empate ante o todo-poderoso Nigéria. Fomos a Tunis perder e, para o desalento de todos, baqueamos no Quénia, se calhar por termos subestimado o adversário, pois tomámo-lo como pêra-doce, um pecado mortal.
Mas também em Nairobi sentimos a falta e a forte dependência de alguns bahitues da selecção Kampango, Mano e Miro. Imaginem no dia que jogarmos sem o “puto-maravilha”, Dominguez, por um motivo qualquer. Oxalá que isso não nos aconteça nunca! É imperioso que o seleccionador nacional Mart Nooij encontre alternativas a esses jogadores.
Voltando para a “estrutura antropológica do moçambicano deixar tudo para o fim”, muita gente acredita que à semelhança do que acontecera na segunda fase desta campanha, também podemos voltar a cometer a mesma proeza, e à última hora conseguirmos o tão desejado apuramento. Na ocasião anterior foi sofrível demais esperar pela matemática, numa conjugação de números que parecia impossível. Meus senhores, depender do acaso é delicado e às vezes não dá certo.
Ora, porque eu “penso e logo existo”, sou de opinião que a equipa técnica encontre alternativas dentro do nosso Moçambola, que começa a ser um campeonato cada vez mais competitivo e a produzir estrelas capazes de cintilar em qualquer Galáxia.
Sou compelido a concordar com opiniões segundo as quais Mart, ou “tem medo de perder para não depreciar o seu valor no mercado ou possui uma agenda oculta”, pois pelo contrário não iria recusar jogos de controle para, por um lado, ensaiar novos jogadores e dotá-los de experiência internacional, e por outro experimentar outros esquemas tácticos.
A propósito da triste actuação do guarda-redes Marcelino em Nairobi, e dos resultados menos conseguidos da selecção, cresce a necessidade de se ter um psicólogo na equipa, mas Mart, uma vez mais se recusa. Acenado sobre a possibilidade de contar com um treinador para guarda-redes, a resposta é um monossilábico NÃO. Sem dúvidas que essas são decisões polémicas e discutíveis.
Apelo ao bom senso do seleccionador por forma a que não afaste o público e desvaneça a empatia que se têm da selecção nacional e de si, desde que chegou à Moçambique em Fevereiro de 2007, onde em jogos de qualificação para as duas últimas campanhas de quelificação para o CAN-2008 e CAN/Mundial’2010, ganhou quatro jogos, perdeu tantos outros e empatou cinco, três dos quais frente aos colossos Senegal, Costa do Marfim e Nigéria. Estas partidas saldaram em 13 golos marcados e 11 sofridos.
O mote para o debate era o actual estágio da selecção nacional de futebol, terminada a primeira volta da campanha combinada de qualificação para o CAN e Mundial de futebol de 2010, duas provas que vão decorrer tão próximo de nós, em Angola - devido a proximidade linguística e na África do Sul - um país geográfica e umbilicalmente próximo.
Eis que volvidas três jornadas desta campanha, eis que, contra todas as expectativas, Moçambique vê as suas aspirações seriamente comprometidas. O Mundial da África do Sul, esse praticamente já é uma miragem e, o CAN’2010 ainda é um sonho possível, – Sigmund Freud, define sonhos, como “desejos repimidos”. Oxalá que consigamos almejar um desses desejos nossos.
Apesar da enorme convicção dos moçambicanos, uma eventual derrota dos Mambas no próximo dia 6 de Setembro frente aos quenianos, nossos adversários directos por uma vaga, no “Africano” de Angola, deita tudo a perder.
Nas contas dos mais optimistas o calendário é favorável para a “equipa de todos nós” que vai fazer dois jogos no seu burgo, o segundo ante a Tunísia, a 14 de Novembro. Antes teremos uma deslocação difícil à Nigéria, uma séria candidata a chegar ao Mundial a par dos Leões do Cartago. Por outro lado, o Quénia terá duas deslocações complicadíssimas para Maputo e Tunis.
No arranque desta campanha colocamos a fasquia bem alto, após o empate ante o todo-poderoso Nigéria. Fomos a Tunis perder e, para o desalento de todos, baqueamos no Quénia, se calhar por termos subestimado o adversário, pois tomámo-lo como pêra-doce, um pecado mortal.
Mas também em Nairobi sentimos a falta e a forte dependência de alguns bahitues da selecção Kampango, Mano e Miro. Imaginem no dia que jogarmos sem o “puto-maravilha”, Dominguez, por um motivo qualquer. Oxalá que isso não nos aconteça nunca! É imperioso que o seleccionador nacional Mart Nooij encontre alternativas a esses jogadores.
Voltando para a “estrutura antropológica do moçambicano deixar tudo para o fim”, muita gente acredita que à semelhança do que acontecera na segunda fase desta campanha, também podemos voltar a cometer a mesma proeza, e à última hora conseguirmos o tão desejado apuramento. Na ocasião anterior foi sofrível demais esperar pela matemática, numa conjugação de números que parecia impossível. Meus senhores, depender do acaso é delicado e às vezes não dá certo.
Ora, porque eu “penso e logo existo”, sou de opinião que a equipa técnica encontre alternativas dentro do nosso Moçambola, que começa a ser um campeonato cada vez mais competitivo e a produzir estrelas capazes de cintilar em qualquer Galáxia.
Sou compelido a concordar com opiniões segundo as quais Mart, ou “tem medo de perder para não depreciar o seu valor no mercado ou possui uma agenda oculta”, pois pelo contrário não iria recusar jogos de controle para, por um lado, ensaiar novos jogadores e dotá-los de experiência internacional, e por outro experimentar outros esquemas tácticos.
A propósito da triste actuação do guarda-redes Marcelino em Nairobi, e dos resultados menos conseguidos da selecção, cresce a necessidade de se ter um psicólogo na equipa, mas Mart, uma vez mais se recusa. Acenado sobre a possibilidade de contar com um treinador para guarda-redes, a resposta é um monossilábico NÃO. Sem dúvidas que essas são decisões polémicas e discutíveis.
Apelo ao bom senso do seleccionador por forma a que não afaste o público e desvaneça a empatia que se têm da selecção nacional e de si, desde que chegou à Moçambique em Fevereiro de 2007, onde em jogos de qualificação para as duas últimas campanhas de quelificação para o CAN-2008 e CAN/Mundial’2010, ganhou quatro jogos, perdeu tantos outros e empatou cinco, três dos quais frente aos colossos Senegal, Costa do Marfim e Nigéria. Estas partidas saldaram em 13 golos marcados e 11 sofridos.
quarta-feira, 11 de março de 2009
MAXAQUENE COMPRA CAMPO DO ATLÉTICO MUÇULMANO
Teve um desenlance feliz o negócio entre o Maxaquene, o Atlético Muçulmano e o Grupo AFRIN, visando a venda dos campos dos muçulmanos e dos tricolores.
A partir deste sábado, o Maxaquene será o novo dono do Complexo Desportivo do Atlético, colocando ponto final a oito meses de aturadas negociações, caracterizadas por recuos e avanços de ambas partes. Os números envolvidos no negócio não foram revelados, não obstante a pressão dos jornalistas nesse sentido.
Assim, muito brevemente, os tricolores deverão remodelar as instalações adequando-as às suas cores, para além da colocação de holofotes, para a realização de jogos à noite. Consta ainda dos projectos dos maxacas a atribuição de de um novo nome para o recinto, que deverá estar associado a uma instituição bancária ainda não revelada. “Neste momento há dois bancos interessados no negócio”, assegurou Rafindine Mahomed.
Intervindo no acto de apresentação pública do campo, o presidente do Maxaquene, Rafindine Mahomed, disse que o negócio vem satisfazer as ambições da sua equipa que passam necessariamente pela criação de condições condignas para o plantel de futebol. E para justificar a opção da venda de parte do património do clube, que inclui o campo de futebol e a antiga sede social, a nossa fonte socorreu-se do estado de degração em que se apresentam as bancadas, que “no ano passado, aquando da realização de um espectáculo musical, parte delas ameaçava ruir a qualquer momento, e para não corrermos riscos, decidimos por vender o campo”, afirmou Mahomed para mais adiante evocar o estado lastimável do relvado, que muitas vezes obrigou o português Litos a reclamar publicamente, a falta de um piso de qualidade para o futebol que pretende que a sua equipa pratique.
CAMPO DO MAXAQUENE PASSA PARA O GRUPO AFRIN
Consumado o negócio de compra do campo do Atlético por parte dos tricolores, cabe agora ao Grupo AFRIN assumir as suas instalações, que ao que o DM sabe, num futuro breve transformar-se-ão numa cadeia de hotéis e supermercados. O representante deste grupo que actua na área de hotelaria e de imobiliária, Mehmudumia Amodo, evitou pronunciar-se acerca dos projectos que irá desenvolver no espaço, mas garantiu ter desempanhado um papel fundamental no negócio, o que acabou viabilizando a sua realização. “Congratulo-me com este projecto feliz. É verdade que o grupo AFRIN foi a peça fundamental para o projecto do Maxaquene e desde logo se propôs a compartilhar este plano desportivo e, por isso, tudo fizemos para que chegasse a este final. A partir do próximo dia 15 será pertença do Clube de Desportos da Maxaqune e nos próximos dois meses será feita a escritura pública.”
Para que não haja equívocos, o negócio da venda do património do Maxaquene não inclui o seu imponente Pavilhão Gimnodesportivo, considerado a catedral do basquete moçambicano, e a actual sede social do clube, conforme garantias dadas pelo líder máximo dos maxacas.
DERBY NO DIA DO BAPTISMO
Os tricolores descerão domingo ao ex-relvado dos muçulmanos na condição de novos inquilinos, para defrontar o Ferroviário de Maputo, num verdadeiro baptismo à nova casa, que se pretende traga muitas alegrias aos aficcionados da equipa, tal como se ouviu de várias pessoas presentes na cerimónia.
Com efeito, os tricolores passam a ser donos de pleno direito do campo só depois das zero horas do dia 14 de Março, após a realização do jogo entre o Atlético e a Liga Muçulmana, jogo que os pupilos de Salvado farão ainda na condição de donos. posto isto o Maxaquene passará a ditar as normas como proprietário.
O FUTURO DO ATLÉTICO
Tal como rezam os regulamentos da Liga Moçambicana de Futebol, o futuro do Atlético passará pela Matola, onde vai efectuar os jogos oficiais num recinto que já foi seu. A longo prazo, os muçulmanos poderão contruir um novo complexo desportivo, mas esta posição ainda não é oficial, pois a direcção do clube não se fez representar na cerimónia de apresentação pública do novo campo do Maxaquene.(x)
A partir deste sábado, o Maxaquene será o novo dono do Complexo Desportivo do Atlético, colocando ponto final a oito meses de aturadas negociações, caracterizadas por recuos e avanços de ambas partes. Os números envolvidos no negócio não foram revelados, não obstante a pressão dos jornalistas nesse sentido.
Assim, muito brevemente, os tricolores deverão remodelar as instalações adequando-as às suas cores, para além da colocação de holofotes, para a realização de jogos à noite. Consta ainda dos projectos dos maxacas a atribuição de de um novo nome para o recinto, que deverá estar associado a uma instituição bancária ainda não revelada. “Neste momento há dois bancos interessados no negócio”, assegurou Rafindine Mahomed.
Intervindo no acto de apresentação pública do campo, o presidente do Maxaquene, Rafindine Mahomed, disse que o negócio vem satisfazer as ambições da sua equipa que passam necessariamente pela criação de condições condignas para o plantel de futebol. E para justificar a opção da venda de parte do património do clube, que inclui o campo de futebol e a antiga sede social, a nossa fonte socorreu-se do estado de degração em que se apresentam as bancadas, que “no ano passado, aquando da realização de um espectáculo musical, parte delas ameaçava ruir a qualquer momento, e para não corrermos riscos, decidimos por vender o campo”, afirmou Mahomed para mais adiante evocar o estado lastimável do relvado, que muitas vezes obrigou o português Litos a reclamar publicamente, a falta de um piso de qualidade para o futebol que pretende que a sua equipa pratique.
CAMPO DO MAXAQUENE PASSA PARA O GRUPO AFRIN
Consumado o negócio de compra do campo do Atlético por parte dos tricolores, cabe agora ao Grupo AFRIN assumir as suas instalações, que ao que o DM sabe, num futuro breve transformar-se-ão numa cadeia de hotéis e supermercados. O representante deste grupo que actua na área de hotelaria e de imobiliária, Mehmudumia Amodo, evitou pronunciar-se acerca dos projectos que irá desenvolver no espaço, mas garantiu ter desempanhado um papel fundamental no negócio, o que acabou viabilizando a sua realização. “Congratulo-me com este projecto feliz. É verdade que o grupo AFRIN foi a peça fundamental para o projecto do Maxaquene e desde logo se propôs a compartilhar este plano desportivo e, por isso, tudo fizemos para que chegasse a este final. A partir do próximo dia 15 será pertença do Clube de Desportos da Maxaqune e nos próximos dois meses será feita a escritura pública.”
Para que não haja equívocos, o negócio da venda do património do Maxaquene não inclui o seu imponente Pavilhão Gimnodesportivo, considerado a catedral do basquete moçambicano, e a actual sede social do clube, conforme garantias dadas pelo líder máximo dos maxacas.
DERBY NO DIA DO BAPTISMO
Os tricolores descerão domingo ao ex-relvado dos muçulmanos na condição de novos inquilinos, para defrontar o Ferroviário de Maputo, num verdadeiro baptismo à nova casa, que se pretende traga muitas alegrias aos aficcionados da equipa, tal como se ouviu de várias pessoas presentes na cerimónia.
Com efeito, os tricolores passam a ser donos de pleno direito do campo só depois das zero horas do dia 14 de Março, após a realização do jogo entre o Atlético e a Liga Muçulmana, jogo que os pupilos de Salvado farão ainda na condição de donos. posto isto o Maxaquene passará a ditar as normas como proprietário.
O FUTURO DO ATLÉTICO
Tal como rezam os regulamentos da Liga Moçambicana de Futebol, o futuro do Atlético passará pela Matola, onde vai efectuar os jogos oficiais num recinto que já foi seu. A longo prazo, os muçulmanos poderão contruir um novo complexo desportivo, mas esta posição ainda não é oficial, pois a direcção do clube não se fez representar na cerimónia de apresentação pública do novo campo do Maxaquene.(x)
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