
O jogo mais badalado da segunda fase de apuramento para o CAN e Mundial de 2010, terá sido sem sombras para dúvidas, o Madagáscar/Moçambique, em Antananarivo, com arbitragem sul-africana. O tal em que uma grande penalidade "fantasma" foi-nos assinalada ao cair do pano, "entornando desta feita o caldo". Mesmo sem convencer, os pupilos de Mart Nooij, conservavam uma magra vaantagem de 1-0, no jogo, com golo de Dário Monteiro, amado por uns e odeiado por outros.
No final do jogo, os moçambicanos perderam a cabeça, e não havia adjectivos para qualificar aquele juiz sul-africano, conotado até com os inesquecíveis actos de xenofobia que se abateram, sem explicação nenhuma, sobre dois povos com relações seculares, a todos os níveis. Porém, aquele empate em Antananarivo acabou sendo a "bóia de salvação" dos Mambas, explico porque:
- Com a desqualificação do Tchad das eliminatórias, devido à ingêrencias do governo daquele país, na Federação, a CAF passou a adoptar um novo critério de qualificação, passando a apurar para a outra fase todos os primeiros classificados dos doze grupos constituídos e os oito segundos melhores classificados, deixando ainda de contar os pontos e os golos conseguidos à custa do último classificado. Depois do descalabro dos Mambas em pleno Estádio da Machava, diante do Botswana, havia necessidade de recorrer-se a "indispensável calculadora". Mas, de jornada a jornada, o grupo VII, Deus parecia ser moçambicana, pois o grupo VII, o tal dos Mambas, mostrava-se atípico, com os out-siders malgaxes a surpreenderem a tudo e todos.
- Ora, se o Madagáscar tivesse perdido com Moçambique, seria o último lugar do Grupo, o que quer dizer que os Mambas perderiam seis preciosos pontos, somados a mais um ganho diante dos Elefantes, que no final acabaram fazendo a diferença. Asssim, Moçambique ficaria com cinco pontinhos, insuficientes para ir à "liguilha" com o Uganda, que levou desvantagem no goal-average. Com o Botswana em último lugar, só se foram os três pontos perdidos com as Zebras, no tal jogo de má memória na Machava para Mart Noiij, que acabou vendo até onde ia a ira dos moçambicanos, quando beliscados no seu orgulho.
Agora estamos num grupo, para não variar, difícil, e há que tomar em conta o Kenya, pois parece acessível, se tomarmos em consideração os outros colossos, Nigéria e Tunísia, habitués nas provas continentais inter-selecções e inter-clubes.
Acima de tudo há que aprender com os erros do passado e não temer as "estrelas" nigerianas e tantas outras que escalarão a Machava nesta derradeira fase rumo ao Mundial. Uma lição fica, não fosse a nossa humildade, teríamos vexado a Costa do Marfim, que vinha na sua máxima força, com a excepção do fogoso e profícuo atacante do Chelsea, Didier Drogba. Foi assim também com o Senegal de El Hadji Diouf.
EU ACREDITO!
No final do jogo, os moçambicanos perderam a cabeça, e não havia adjectivos para qualificar aquele juiz sul-africano, conotado até com os inesquecíveis actos de xenofobia que se abateram, sem explicação nenhuma, sobre dois povos com relações seculares, a todos os níveis. Porém, aquele empate em Antananarivo acabou sendo a "bóia de salvação" dos Mambas, explico porque:
- Com a desqualificação do Tchad das eliminatórias, devido à ingêrencias do governo daquele país, na Federação, a CAF passou a adoptar um novo critério de qualificação, passando a apurar para a outra fase todos os primeiros classificados dos doze grupos constituídos e os oito segundos melhores classificados, deixando ainda de contar os pontos e os golos conseguidos à custa do último classificado. Depois do descalabro dos Mambas em pleno Estádio da Machava, diante do Botswana, havia necessidade de recorrer-se a "indispensável calculadora". Mas, de jornada a jornada, o grupo VII, Deus parecia ser moçambicana, pois o grupo VII, o tal dos Mambas, mostrava-se atípico, com os out-siders malgaxes a surpreenderem a tudo e todos.
- Ora, se o Madagáscar tivesse perdido com Moçambique, seria o último lugar do Grupo, o que quer dizer que os Mambas perderiam seis preciosos pontos, somados a mais um ganho diante dos Elefantes, que no final acabaram fazendo a diferença. Asssim, Moçambique ficaria com cinco pontinhos, insuficientes para ir à "liguilha" com o Uganda, que levou desvantagem no goal-average. Com o Botswana em último lugar, só se foram os três pontos perdidos com as Zebras, no tal jogo de má memória na Machava para Mart Noiij, que acabou vendo até onde ia a ira dos moçambicanos, quando beliscados no seu orgulho.
Agora estamos num grupo, para não variar, difícil, e há que tomar em conta o Kenya, pois parece acessível, se tomarmos em consideração os outros colossos, Nigéria e Tunísia, habitués nas provas continentais inter-selecções e inter-clubes.
Acima de tudo há que aprender com os erros do passado e não temer as "estrelas" nigerianas e tantas outras que escalarão a Machava nesta derradeira fase rumo ao Mundial. Uma lição fica, não fosse a nossa humildade, teríamos vexado a Costa do Marfim, que vinha na sua máxima força, com a excepção do fogoso e profícuo atacante do Chelsea, Didier Drogba. Foi assim também com o Senegal de El Hadji Diouf.
EU ACREDITO!


